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O Nome do ETERNO

 

Verso áureo: "E não há salvação em nenhum outro, porque debaixo dos céus nenhum outro NOME nos foi dado, pelo qual importa que sejamos salvos". Atos 4:12

INTRODUÇÃO: O que é um nome?

Um nome é um conjunto de sons, ou fonemas, os quais pronunciamos. Estes sons, ou fonemas podem ser representados graficamente por diferentes caracteres, dependendo do idioma em que os representemos, desde que tais sons ou fonemas não sofram alteração de um idioma para outro. O processo de transpor som a som de um idioma para outro chama-se transliteração. Como nomes próprios não possuem tradução, o correto a se fazer é transliterá-los, e não traduzi-los.

Assim, jamais devemos buscar uma tradução para o Nome do Messias, e nem mesmo supostos "nomes correspondentes" em outros idiomas. A única atitude correta é transliterá-lo, de modo a que se possa saber sua pronúncia original.

 

Palavra em inglês

Tradução

Transliteração

House

Casa

Ráuse

 

1. O Nome do Messias é único para a salvação.

O Verso áureo nos ensina: "E não há salvação em nenhum outro, porque debaixo dos céus nenhum outro nome nos foi dado, pelo qual importa que sejamos salvos". Nenhum outro nome significa exatamente o que as palavras dizem: "Nenhum outro nome". Portanto vemos que o Nome do Messias para a nossa salvação é único, e de extrema relevância que o conheçamos e creiamos, porque somente neste Nome há salvação, porquanto este único Nome identifica o Messias com exatidão. É muito claro que, sendo a identificação única do verdadeiro Messias o seu Nome, nenhum outro nome o poderia identificar corretamente, e como não há salvação em nenhum outro, torna-se impossível a salvação de quem não o identificar corretamente pelo seu único Nome.

Yaohukhánam 1:12 nos diz: "Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos do Altíssimo, a saber: aos que crêem no seu Nome". Este verso da Preciosa Mensagem de Yaohukhánan (corrompido como 'João') nos ensina que aqueles que O receberam lhes foi dado o poder de serem feitos filhos do Criador, e diz mais: o verso especifica quem são estes que são feitos filhos do Criador. São aqueles que crêem no Seu Nome. Crer no único e verdadeiro Nome do Messias é crer nEle, pois o Seu Nome é a única e exata identificação de sua Pessoa.

Yaohukhánan 3:18 nos fala: "Quem crê não é julgado; quem, porém, não crê, já está julgado, porquanto não crê no Nome do Unigênito Filho do Altíssimo Criador". Aqui, do mesmo modo, vemos que não crer no único e verdadeiro Nome do Messias é o mesmo que não crer nEle, em Sua Pessoa, porque o Seu Nome é a única forma de O identificarmos entre muitos falsos messias e impostores. Há um único salvador da humanidade, e este único salvador possui um Nome que O identifica. Outros nomes identificam outras pessoas ou outros espíritos, mas não o verdadeiro Messias.

Provérbios 30:4 nos faz algumas perguntas para as quais devemos ter respostas. Certamente as Escrituras não nos fariam perguntas para apenas deixarmos de lado e não nos tornássemos aptos a respondê-las. As perguntas feitas neste verso são extremamente importantes para a questão que estamos tratando, e demonstram com clareza a importância e prioridade que o assunto possui.

Vejamos: "Quem subiu aos céus e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas na sua roupa? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu Nome, e qual é o Nome de Seu Filho, se é que o sabes?". Este verso escritural é talvez o maior desafio a que identifiquemos, não somente o Messias por seu Nome, mas também ao Criador Pai, igualmente por Seu Nome.

2. Bem, agora são dois Nomes que precisamos conhecer...

Existe uma íntima relação, como não poderia deixar de ser, entre o Nome do Criador Pai e o Nome do Seu Filho, o Messias. O Nome do Criador Pai (ABI) faz parte do Nome do Filho, o Messias. Assim, é melhor começarmos pelo Nome do Criador para em seguida chegarmos ao Nome do Filho, o Messias. Senão vejamos:

Yaohukhánan 17:11 nos ensina: "Pai Santo, guarda-os em Teu Nome que Me deste...". O Nome do Criador foi dado ao Messias como parte integrante do Nome do Messias. Este é um sinal de filiação e de vínculo familiar. O Filho recebe em Seu Nome o próprio Nome do Criador Pai.

3. Então falemos primeiramente sobre o Nome do Criador Pai (Abi).

A primeira ocorrência escritural do Nome do Criador Pai está no capítulo 2 de Bereshiyt (Gênesis). Este preciosissimo, maravilhoso e soberano Nome é representado por quatro letras consoantes hebraicas chamadas YOD (y), HÊ (h), VAV (w) e HÊ (h) = y h w h, embora escritas da direita para a esquerda, como é a escrita hebraica. Tente localizar na figura abaixo o Nome do Criador, em sua primeira ocorrência no capítulo 2 verso 4 de Bereshiyt (Gênesis):


Ocorrência #1 do Nome Pessoal do Criador - Gênesis/Bereshit 2:4

Esta é a história dos céus e da terra na criação, no dia em que fez, YAOHUH Ul, terra e céus.

Aqui, pela primeira vez, o Criador é mencionado nominalmente nas escrituras. Antes desse verso, somente o título ULHIM foi utilizado. A partir de 2:4 o Criador passa a ser mencionado pelo Seu Nome. Em todo o Antigo Testamento, o Tanakh, o Nome do Criador aparece quase 7000 vezes. Se você não conhece hebraico, certamente ficará difícil reconhecer numa frase onde se encontra o Nome do Criador. Afinal, você só sabe até agora que este maravilhoso Nome é composto de quatro letras consoantes, e é denominado Tetragrama. Contudo, você já pode tentar localizar este precioso Nome na frase, já sabendo que a leitura é da direita para a esquerda, e que a segunda letra é igual à quarta. Tente localizá-lo!!!

Bem, se você não conseguiu, não tem importância, porque talvez este seja seu primeiro contato com o idioma hebraico, que é o idioma original das Escrituras Sagradas. Por isso, atente para a figura abaixo para poder reconhecer este precioso Nome com mais facilidade.

TETRAGRAMA

A primeira letra (na direita) parece um apóstrofe, mas é a letra YOD, que corresponde à letra "Y" em nosso alfabeto ocidental. Ela tem o som de "I". A segunda e a quarta letras são iguais, e se chamam HÊ (se pronuncia RÊ). Esta letra corresponde ao "H" ocidental; quando no meio de uma palavra é gutural, ou seja, é pronunciada com a garganta, tendo assim um som de duplo R, como na palavra "carro", ou como na palavra "house" em inglês. No final da palavra esta letra não tem som e é considerada como a letra "H" ocidental sem nenhum som. A terceira letra chama-se VAV. Esta letra, em hebraico, pode ter som de "V", de "O" ou de "U", dependendo da palavra em que se encontra. No Nome do Criador, e também do Messias, como falaremos adiante, esta letra tem o som de "U".

Assim até agora, temos YHUH, mas ainda não chegamos ao Nome do Criador, só estamos chegando perto.

4. Por que?

Porque no idioma hebraico não há vogais, mas somente consoantes. Na escrita hebraica somente consoantes são escritas, e as vogais das palavras são inseridas na hora da leitura de cada palavra. Como a escrita hebraica não registrava nenhuma vogal, mas apenas as consoantes, algumas pessoas temeram que o idioma, depois de muitos anos, pudesse perder suas pronúncias originais, devido à ausência das vogais na escrita. Por isso, reuniu-se um grupo de pessoas que foram denominadas "massoretas", os quais criaram uma série de sinais gráficos para representar as vogais inexistentes na escrita original. Estes sinais passaram então a ser chamados de "sinais massoréticos", embora não façam parte da escrita original hebraica. Nos manuscritos mais antigos, ninguém encontrará sinais massoréticos, mas apenas nos documentos e escrituras mais recentes.

Acima nós já vimos que a letra VAV pode ter som de "V", de "O" ou de "U". A ausência de um sinal massorético nesta letra indicará que ela deve ter som de "V" mesmo. Há dois sinais massoréticos para indicar os sons de "O" e de "U". Isso veremos adiante ao apresentarmos o Nome do Criador com os sinais massoréticos corretos para a sua pronúncia.

TETRAGRAMA COM MASSORÉTICOS

Na figura acima vemos as mesmas quatro letras da figura anterior, porém com dois sinais massoréticos para indicar a pronúncia correta. O primeiro massorético que percebemos, que tem a forma de um pequeno "T", chama-se "qametz qaton", e seu som é de "AO". Na realidade ele corresponde ao som de duas vogais juntas em português. O outro sinal massorético que observamos é um pontinho que fica na linha média do VAV. Esse massorético chama-se "shureq", e é ele que determina que o VAV deve ser pronunciado como "U". Então agora temos: o "Y" que corresponde ao YOD, o "AO" que corresponde ao "qametz qaton", já formando a primeira sílaba "YAO". Temos o HÊ que possui som de duplo R no meio da palavra, e que é transliterado como "H" para o alfabeto ocidental. Este HÊ, seguido do VAV com "shureq" faz "HU" que deve ser pronunciado "RU", como na palavra RUA. Juntando a primeira sílaba com a segunda, ficamos com YAOHU, e não esquecendo o H final que não tem som ficaria completo assim: YAOHUH. A pronúncia correta para este preciosissimo Nome é YAOHUH (leia como se estivesse escrito assim: IAORRÜ). Atente para a tônica na sílaba final...

Assim, a transliteração literal do Nome do Criador Pai é YAOHUH, enquanto a transliteração fonética desse maravilhoso Nome é IAORRÚ. Sempre que houver necessidade de nos referirmos ao Criador Pai em nossos textos, seu Nome será representado desta forma: YAOHUH (IAORRÚ), com a transliteração literal seguida pela transliteração fonética entre parêntesis. Note que o "H" final da transliteração literal não é necessário na transliteração fonética em português, uma vez que ele não possui som a ser pronunciado.

A importância de identificação com relação ao Messias não é em nada diferente da necessidade que temos de identificar o Criador, o Pai, o que por semelhante modo o fazemos, por meio do Seu Nome. Esta importância está muito bem definida escrituralmente e podemos observar que isso partiu do próprio Criador. O Criador mesmo nos passou escrituralmente tal importância, e que muito bem podemos perceber no texto escritural que se segue. O termo ULHIM (Corrompido para Elohim - que também pode ser usado no singular UL) significa originalmente em hebraico "O Ser Soberano Criador". Como ao longo destes estudos poderemos compreender que é incorreto o uso do termo "o Eterno", fica aqui a explicação para a utilização do título original quando citando algum texto escritural. Vejamos:

5. Êxodo 3:15 nos ensina: "Disse ainda UL a Mehushua (corrompido como 'Moisés'): Assim dirás aos filhos de Yaoshorul: YAOHUH (IAORRÚ), o UL de vossos pais, o UL de Abruham, o UL de Yaohutzkaq, o UL de Yaohukáf, me enviou a vós outros; este é o meu Nome eternamente, e assim serei lembrado de geração a geração".


Não é difícil percebermos o quão sérias são as palavras do Criador ao se apresentar nominalmente a Mehushua (corrompido como 'Moisés'). Ele não só afirmou que o seu Nome é eterno, como também determinou que assim seria lembrado de geração a geração. Não somente para aquela geração, mas para todas as futuras gerações, eternamente. Note que a oitava palavra desse texto hebraico original (da direita para a esquerda) é, explicitamente, o Nome do Criador, o qual simplesmente desapareceu nas traduções das Escrituras.

Veja como está em nossas traduções: E Deus disse mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O Messias, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó, me enviou a vós; este é o meu nome eternamente, e este é o meu memorial de geração em geração.

Aqui devemos parar um pouco para meditar e compreender fatos de grande importância quanto ao assunto. Se lermos as escrituras desde o verso 13, anterior a este acima citado, veremos que Mehushua (corrompido como 'Moisés') foi quem perguntou ao Criador sobre o seu Nome. Seria esta uma pergunta relevante, ou seria algo sem importância? Ora, o Criador não responde a perguntas tolas e que não sejam relevantes, uma vez que tudo o que Ele faz, o faz com exatidão e com um propósito muito bem definido e sábio. Só o fato do Criador ter respondido à pergunta de Mehushua, respondendo inclusive de uma forma bem completa e objetiva, já nos mostra que o assunto é muito relevante, tendo nele incluída a determinação do próprio Criador acerca de como ele deveria ser lembrado de geração a geração. Aqui não houve algo como "me chamem como quiserem", ou "como me chamarem estará bom", ou ainda "do modo como me chamarem eu aceitarei e ouvirei". O que houve aqui foi uma clara e simples revelação do Nome do Criador, acompanhada de uma séria determinação acerca de como nos referirmos a ele, eternamente. Não uma "sugestão", nem uma "possibilidade entre muitas", mas apenas uma clara determinação objetiva e sem margem a desvios de interpretação.

A figura abaixo mostra o Nome YAOHUH (IAORRÚ) em caracteres hebraicos modernos, com os respectivos sinais massoréticos de modo a representar a correta pronúncia do Nome do Criador:

Até aqui vimos como é importante identificar o Messias adequadamente pelo Seu Nome. sabemos também que o Nome do Criador está contido no Nome do Messias [João/Yaohukhánan 17:11-12], e como tal, precisamos igualmente identificar o Criador pelo Seu Nome. Aprendemos a escrita e a pronúncia do Nome do Criador, e o mais importante, vimos que o Criador determinou que Ele fosse lembrado pelo Seu Nome, eternamente, de geração a geração.

6. Corrupções acerca do Nome do Criador

Alguns pontos são de extrema importância quanto ao cuidado que devemos ter para não cairmos em enganos ou sermos levados por falsas teorias acerca do Nome do Criador, uma vez que há muita corrupção envolvida nesse assunto. Existe muita falta de conhecimento sobre o assunto, de modo geral, do mesmo modo que existe muita ação voluntária e involuntária para ocultar a verdade sobre o Nome. Há os que, não tendo conhecimento, fazem suposições e as divulgam como se verdadeiras fossem. Há também os que pensam alcançar a verdade por meio de lógicas humanas e deduções pouco fundamentadas. Aqui nós procuramos mostrar alguns destes pontos, de modo que o leitor possa conhecer, fundamentar-se e concluir de forma sólida acerca do assunto.

A. Primeiro ponto - O comportamento judaico em relação ao Nome.

Muitas conversas já foram ouvidas acerca da pronúncia do Nome ter sido totalmente esquecida, a ponto de ninguém mais a conhecer nos dias atuais. Para estes que assim pensam e falam, é certo mesmo que o Nome do Criador seja completamente desconhecido. Como eles não conhecem, eles generalizam, afirmando que ninguém conhece. Esta afirmativa é, em primeiro lugar, uma séria acusação contra o próprio Criador, chamando-o de mentiroso, pois o próprio Criador afirmou: "Assim serei lembrado de geração a geração". Como o Criador não mente nunca, é certo que Seu Nome não foi esquecido, como é certo que de geração a geração Ele é lembrado...

Existem, sim, duas situações que influenciaram muito o comportamento judaico em relação ao Nome do Criador. A primeira delas é o aspecto legal no qual deveria ser apedrejado aquele que pronunciasse o Nome do Criador, YAOHUH (IAORRÚ), desrespeitosamente ou com blasfêmia (confirmado nas Dez Palavras – Êxo 20:7). Este aspecto legal judaico certamente os levou a um temor muito grande, e a nem sequer pronunciarem mais o Nome, uma vez que as interpretações de suas palavras poderiam facilmente conduzi-los à morte por apedrejamento. A segunda situação que os yaohudim (judaicos) enfrentaram foi o desejo de ocultar o Nome do Criador para que os de outras nações (estrangeiros), não O conhecendo, não fossem capazes de blasfemar do Nome. O que é fato, contudo, é que nos dias atuais existem muitos yaohudim (judaicos) que não sendo muito fiéis à sua própria religião e tradição, realmente não conhecem o Nome do Criador, enquanto outros, mais tradicionais em sua religião, conhecem perfeitamente bem o Nome, embora não o divulguem.

Note que não estamos aqui, de forma alguma, atribuindo qualquer espécie de culpa ao povo judaico, uma vez que ser zeloso do Nome do Criador é uma qualidade louvável, e além disso, quem realmente considerar o Nome do Criador com verdadeira adoração e honra, com determinação de conhecê-lo, irá conhecê-lo, independente de qualquer ocultação. Nossa intenção aqui é explicar os fatos, e não julgá-los.

Destas duas situações surgiram várias artimanhas que acabaram por provocar versões falsas do Nome do Criador, embora tenham se tornado muito populares. Vejamos:

B. Segundo ponto - O uso errado dos massoréticos.

Duas principais artimanhas foram utilizadas para evitar que o Nome do Criador fosse pronunciado durante a leitura de textos das Sagradas Escrituras. Uma delas foi a transposição dos massoréticos da palavra "adonay" para as consoantes do Tetragrama. Fazendo isso, eles estariam lembrando ao leitor que em lugar de pronunciar o Nome ele deveria pronunciar "adonay", e não o Nome. Outra artimanha semelhante foi usada com a expressão "ha-shem", que no hebraico moderno significa "o nome". Transpuseram os massoréticos da expressão "ha-shem" para as consoantes do Tetragrama, de modo a que o leitor dissesse "ha-shem", em vez de pronunciar o próprio Nome do Criador. Ao transpor os massoréticos da palavra "adonay", qualquer um que não conhecesse o Nome do Criador pensaria que o Nome era "yehovah" (popularmente chamado hoje de "Jeová"). Essa é a leitura resultante das consoantes do Tetragrama com os massoréticos da palavra "adonay". Os próprios jeovistas rconhecem isto...

FORMAÇÃO CONCATENADA DOS
FALSOS NOMES YEHOVAH E YAHWEH
A PARTIR DOS MASSORÉTICOS DE
ADONAY E HA-SHEM

Do mesmo modo, ao transpor os massoréticos da expressão "ha-shem", qualquer um que não conhecesse o Nome do Criador pensaria que o Nome era "yahweh" (popularmente chamado de Javé). Essa é a leitura resultante das consoantes do Tetragrama com os massoréticos da expressão "ha-shem". É importante notar também que ao transpor o massorético chamado "shevau-patakh", formado por um tracinho horizontal e dois pontos na vertical, presente na palavra "adonay", somente os dois pontos foram transpostos, sem o tracinho. Isso se deve ao fato de que o "shevau-patakh" só é usado sob consoantes guturais. Como o YOD do Nome do Criador não é consoante gutural, somente o "shevau simples" poderia ser usado, de acordo com a ortografia do hebraico. Fica evidenciado que a preocupação deles com a ortografia foi maior do que o cuidado deles para com o Nome do Criador. E, como isto vem desde tempos imoemoráveis, muitos escritos estão nestas formas e assim, cada um defende a “sua tese” quanto ao Nome, conforme este ou aquele documento “arqueológico”...

Com estes artifícios eles ocultaram a pronúncia correta dos olhos de leitores "indesejados", ao mesmo tempo que se preservavam de pronunciar, eles mesmos, o Nome. É muito bom esclarecermos aqui que o Criador YAOHUH (IAORRÚ) jamais proibiu que seu Nome fosse pronunciado, desde que com todo o respeito e seriedade. O Criador nos revelou o seu Nome para que conhecêssemos e o invocássemos, mas não para que o ocultássemos. Como já estudamos, o Nome do Criador é fundamental para sua identificação, e igualmente fundamental para nossa invocação, porque precisamos deixar claro com quem estamos falando, a quem estamos cultuando, a quem estamos nos dirigindo, a quem estamos pedindo, etc.

7. Seguindo as pistas

Se considerarmos que os yaohudim (judaicos), que não conhecem o Nome, não nos podem informá-lo, e que, os que conhecem não nos informam, além do fato de que praticamente todas as ocorrências do Nome nas Sagradas Escrituras Hebraicas receberam sinais massoréticos errados, a primeira conclusão, embora errada, seria de que não temos mais como saber a pronúncia correta do Nome. Contudo, conforme disse, isso seria uma conclusão errada. Há outras formas simples de chegarmos à pronúncia do Nome, sem que precisemos ler o próprio Nome ou ouvir sua pronúncia da boca de algum yaohudim (judaico). É suficiente seguirmos as pistas que nos levam até a verdade. Que pistas são essas?

A. pista 1 - O Nome do Criador é parte do nome de profetas

Sempre foi uma prática judaica colocar nas pessoas deste povo nomes compostos com o Nome do Criador. No seu culto e adoração ao verdadeiro Criador que escolheu esta nação entre todas as nações da terra para ser um povo exclusivo de sua propriedade, os yaohudim (judaicos) colocavam, em seus filhos, nomes que representavam louvores ao Criador, esperança no Criador ou até mesmo súplicas ao Criador. Esses nomes tinham, cada um, seu próprio significado, sendo todos eles compostos pelo próprio Nome do Criador, e mais alguma palavra para representar um louvor, esperança, súplica, etc., podendo até mesmo representar, profeticamente (sob inspiração), uma missão ou obra à qual o Criador já tivesse destinado tal pessoa.

Na figura abaixo vemos a primeira parte do verso 1 capítulo 1 do livro do profeta que ficou conhecido por um nome corrompido, qual seja: Jeremias, embora a pronúncia original de seu nome nunca tenha sido esta. Neste mesmo verso vemos também o nome do pai do profeta, o qual também é sufixado pelo Nome do Criador. Em ambos os nomes, tanto do profeta como de seu pai, a presença do Nome do Criador é inequívoca, apontando com clareza a pronúncia IAORRÚ (segundo a transliteração fonética). O nome deste profeta, em hebraico, tem o significado de "Exaltado é YAOHUH (IAORRÚ)". Note que nos nomes dos profetas o último HÊ (H) do Nome do Criador não aparece, pois ele não possui som no final da palavra. Na transliteração literal (transposição letra a letra, em vez de som a som) o Nome do Criador é representado como YAOHUH, onde aparecem tanto as quatro letras do Nome do Criador, como as vogais que só são inseridas na leitura. Assim, em maiúsculas estão as quatro letras do Nome do Criador, e em minúsculas as vogais que não constam da escrita, mas que são pronunciadas ao ler o Nome Sagrado: YaoHUH. Note que o "U" no Nome do Criador é formado pela consoante VAV (V) que também assume som de "O" ou de "U", dependendo da palavra. No caso do Nome do Criador, o VAV assume som de "U".

YARMIYAOHU

Na figura abaixo vemos uma parte do verso 1 capítulo 1 do livro de outro profeta que ficou igualmente conhecido por um nome corrompido, qual seja: Isaías, embora a pronúncia original de seu nome nunca tenha sido esta. Neste mesmo verso vemos mencionadas também outras pessoas, cujos nomes são compostos de forma que a presença do Nome do Criador é inequívoca, apontando com clareza a pronúncia YAOHUH (IAORRÚ). O nome deste profeta, em hebraico, "Yaoshuayaohu", tem o significado de "A Salvação de YAOHUH (IAORRÚ)".

YAOSHUAYAOHU

De modo geral, os nomes escriturais terminados por "ias" são nomes compostos, onde o Nome do Criador aparece como sufixo. Há, porém, diversos nomes escriturais onde o Nome do Criador aparece no prefixo. Em sua maioria eles foram corrompidos, passando a ser começados pela letra "J" que nem sequer existe no idioma hebraico. Um exemplo disso é o nome João, que em sua forma original é "Yaohukhánan" (Iaorrurránan), e significa "YAOHUH (IAORRÚ) é Gracioso". É curioso quando observamos os nomes corrompidos "João" e "Ananias". Embora não haja nenhuma semelhança aparente entre eles, o fato é que eles são apenas compostos em ordem inversa. João nós já vimos que o original é Yaohukhánan, e que significa "YAOHUH (IAORRÚ) é Gracioso", e agora vemos Ananias cujo original é "Khananyaohu", cujo significado é "Gracioso é YAOHUH (IAORRÚ)". Temos assim a palavra "khanan (ránan), que significa "gracioso" e o Nome do Criador, YAOHUH (IAORRÚ), compostas em ordens diferentes, possuindo, porém, o mesmo significado.

Veja aqui abaixo alguns nomes escriturais que possuem o Nome do Criador como parte deles, como era hábito entre os Yaohudim (judaicos). Veja também a correta pronúncia original destes nomes, bem como o significado que eles traziam. Ao corromper os nomes escriturais, os tradutores roubaram não somente a verdade como também roubaram os significados e louvores ao Criador que estes nomes trazem em si.

Nome
Original

Transliteração
Correta

Pronúncia
Corrompida

Significado

Referência

YAOHUnadab

Jonadab

Oferta a YAOHUH

II Sm13:5; IIRs10:15

YAOHUakhaz

Joacaz

YAOHUH o Tomou

II Rs10:35; IICr36:2

YAOHUash

Joás

Candeia de YAOHUH

II Rs12:1; Os1:1; Am1:1

YAOHUzabad

Jozabad

YAOHUH Presenteou

ICr26:4; IICr17:18

YAOHUkhanan

Joanã
João

YAOHUH é Gracioso

Esd10:6; IICr17:15 (NT)

YAOHUyada

Joiada

YAOHUH Conhece

IISm20:23; Jr29:26

B. pista 2 - O Nome do Criador é parte do nome de judaicos até os dias de hoje

Há os que afirmam que a pronúncia correta do Nome do Criador se perdeu no tempo e que, nos dias atuais, ninguém mais a conhece. É claro que isso não é verdade. As pistas dos nomes dos profetas já seria, em si mesma, uma evidência sólida acerca do assunto. Contudo, as evidências mais atuais estão nos nomes de pessoas judaicas do tempo presente, o que é uma prova de que até hoje os judaicos ainda conhecem o Nome do Criador e ainda dão nomes aos seus filhos compostos com o Nome do Criador.

O próprio Criador, YAOHUH (IAORRÚ), disse claramente: "... assim serei lembrado de geração a geração". Como é impossível que o Criador minta, fica muito claro que até os dias de hoje, e até o último dos dias, o Nome do Criador será lembrado de geração a geração. O fato dos judaicos dos dias atuais ainda utilizarem o Nome do Criador para compor nomes para seus próprios filhos é prova disso.

Há poucos anos atrás, o primeiro ministro de Yaoshorul (Israel) era, e peço atenção para o seu nome, Benyamin Nethanyaohu. Seu nome foi amplamente divulgado e falado em todas as mídias, em jornais, revistas, televisão, rádio, internet, etc. Para os que têm olhos para ver e ouvidos para ouvir, lá estava o Nome do Criador sendo pronunciado amplamente, na composição do nome deste yaohudi (judaico) que ocupava o cargo de primeiro ministro da nação judaica. O significado de Nethanyaohu (ou mais precisamente Nathanyaohu) poderia ser: "Dado a YAOHUH (IAORRÚ)" ou "Entregue a YAOHUH (IAORRÚ)". O verbo "nathan" admite ainda a interpretação de "Nomeado por YAOHUH (IAORRÚ)".

Outros nomes judaicos do tempo presente ainda refletem a presença do Nome do Criador, como por exemplo Uziyaohu, Khananyaohu, Ulyaohu e outros...

8. Os crimes contra o Nome do Criador

Como sabemos, à luz das Escrituras, a identificação pelo Nome é fundamental para nossa invocação e nossa consequente salvação [Atos 2:21]. Se não identificarmos e invocarmos corretamente, não podemos esperar salvação, pois "em nenhum outro há salvação", e o único que nos pode realmente salvar precisa ser identificado por nós com exatidão, uma vez que seres espirituais invisíveis só podem ser identificados pelos seus nomes e nada mais.

Assim, é fácil entendermos a grande preocupação e trabalho que os seres espirituais malignos empreenderam num grande esforço para ocultar, corromper e fazer todo o possível para que o Nome do Criador e do Seu Messias não fossem mais cogitados ou sequer conhecidos. Para isso, o alvo deles se tornou as Sagradas Escrituras. Só o Tanakh (Antigo Testamento) possui originalmente perto de 7000 ocorrências do Nome do Criador. Este foi o primeiro grande alvo das hostes malignas: fazer sumir das Sagradas Escrituras todas as quase 7000 ocorrências do Nome do Criador. Conseguiram em parte este objetivo por meio dos tradutores corruptos. Muitos utilizaram a forma corrompida "Yahweh ou Javé", outros utilizaram a forma corrompida "Yehovah ou Jeová", e a maioria simplesmente substituiu todas as ocorrências do Nome pela palavra "MESSIAS", com todas as letras maiúsculas...

9. A entrada dos impostores

Ora, qual é o trabalho iníquo do impostor? É simplesmente colocar-se no lugar do verdadeiro, e fazer-se passar pelo verdadeiro, de modo a receber as honras do verdadeiro e ser cultuado como se verdadeiro fosse. Qualquer que se faz passar por outro, está, de fato, desejando usufruir de algo que o outro possua ou mereça, ainda que o impostor não possua e não mereça nada (João 8:44). 

Com relação a seres espirituais invisíveis, o trabalho do impostor fica extremamente facilitado. Como a única identificação existente para seres espirituais são os seus nomes, é simples entendermos que ao substituir o Nome verdadeiro pelo nome de um ser maligno, fica o impostor estabelecido diante de todos os que forem enganados por tal substituição. Esteja certo o leitor que nenhum dos nomes substitutos do verdadeiro é apenas um nome inventado ao acaso, mas representa sempre o nome ou referência a um ser maligno impostor que ali se colocou com o intuito de ocupar aquela posição por usurpação, e receber indevidamente aquilo que pertence ao verdadeiro Criador. Afinal, desde o princípio, o que as hostes malignas sempre desejaram foi "serem como o Criador" (Isa 14:13), pela soberba de seus interiores.

No reino espiritual, identificamos os seres espirituais pelos seus nomes, e fica muito claro que ao invocarmos um nome diferente, estaremos invocando um outro ser espiritual [neste caso, todod tomam o cuidado de dizer o nome correto e não um nome qualquer], pois cada nome se refere a um ser espiritual. Por isso, ficou muito simples para os seres malignos se colocarem como impostores, apenas usando os tradutores corruptos das Sagradas Escrituras para corromper, ocultar ou substituir os Nomes verdadeiros.

10. Nomes e títulos onde os impostores entraram

a. MESSIAS - O mais comum de todos é o título "MESSIAS", escrito com todas as letras maiúsculas, no Antigo Testamento, ou "Messias", escrito apenas com a primeira maiúscula no Novo Testamento. Ora, a palavra "Messias", seja escrita da forma que for, é a tradução literal do hebraico "baal", que é o nome do ídolo com o qual o povo judaico mais adulterava. Por meio dos tradutores corruptos, este ser maligno "baal" substituiu todas as ocorrências do Nome do Criador nas escrituras traduzidas, de modo a que as pessoas passassem a invocar "Messias" continuamente, em vez de invocar o Nome do Criador YAOHUH (IAORRÚ).

b. EL ou ELOHIM - Os cultos mitológicos pagãos primitivos possuíam um ídolo chamado "EL", que também origina a forma corrompida "ELOHIM". Afirmam os relatos mitológicos pagãos que EL vinha a ser pai de BAAL. Para os que já são de alguma forma familiarizados com as Escrituras, irão perceber que o nome "Belzebu", um dos nomes malignos referidos nas escrituras, tem, na verdade, origem em "Baal zebub" cujo significado é "Messias das moscas".

A forma correta do título escritural original que se refere ao Criador é "UL ou ULHIM (UL-RIM)", e não EL ou ELOHIM. A palavra original "UL ou ULHIM (UL-RIM)" possuem o significado de "O Ser Soberano Criador". A forma UL é a forma singular pura. A forma ULHIM (UL-RIM) é uma forma que pode tanto ser usada para o singular como para o plural, exatamente como ocorre com a palavra "lápis" em português (1 lápis, 2 lápis). A forma original UL e ULHIM (UL-RIM) foi facilmente corrompida para EL e ELOHIM, de modo a introduzir o impostor EL nas invocações dos incautos, e receberem o impostor como se verdadeiro fosse.

c. EL SHADDAY - Pelas razões já explicadas acima acerca de "EL", essa forma muito popular em algumas religiões é idolátrica, pela inserção de um nome de ídolo, além de corrupção da forma original. A expressão correta hebraica é UL SHUAODDAY, que significa "O Ser Eterno Criador Suficiente Para Prover Salvação". Muitos ouvem essas expressões e as repetem, sem se preocuparem com seus reais significados e origem.

d. YEHOVAH ou JEOVÁ - O real significado dessa palavra, em hebraico, é "destruição", e é óbvio, corresponde a um ser espiritual maligno de destruição. Aqui este impostor passa a ocupar o lugar do verdadeiro Criador nas páginas das Escrituras traduzidas, valendo-se do fato já estudado do uso errado dos massoréticos, com o objetivo de ocultar a pronúncia do Nome. Já vimos isso na parte anterior deste estudo. Esta forma decorre apenas da concatenação do Tetragrama (quatro consoantes que compõem o Nome do Criador) com os sinais massoréticos (vogais) da palavra "adonay". Note que a própria palavra "adonay" é idolátrica, uma vez que se origina no ídolo "adonis", que é o ídolo da beleza e virilidade masculina.

e. YAHWEH - Esta forma nada mais é do que a concatenação do Tetragrama com as vogais (massoréticos) da expressão "ha-shem". Aqui nota-se a presença tanto do ídolo "shemiramis" como uma invocação ao ídolo "YAH". Perceba a sutil, mas importante, diferença entre "YAH" e o verdadeiro "YAOHUH (IAORRÚ)". Alguns tentam explicar este falso nome recorrendo ao verso 14 de Êxodo 3, onde o Criador diz: "Eu Sou o Que Sou", ou mais precisamente pela ortografia hebraica, "Eu Serei o Que Serei". Como o Nome do Criador, YAOHUH (IAORRÚ) foi removido do verso 15, muitos passam a interpretar erroneamente que esta expressão seria o Nome do Criador, quando, de fato, à luz da correta leitura e interpretação, o Criador está apenas apresentando o seu mais importante atributo, antes de apresentar o seu Nome, no verso seguinte, o verso 15. Você não encontrará o Nome do Criador em Êxodo 3:15 a menos que procure numa Bíblia Hebraica e consiga perceber o engano ao qual os tradutores têm submetido você até o dia de hoje. "Eu Sou o Que Sou" é um atributo do Criador. YAOHUH (IAORRÚ) é o Nome do Criador. São coisas diferentes.

f. DEUS ou D’US - Este título é o mais usado de todos, sem dúvida, contudo, poucos se preocupam com seu significado ou origem, sendo assim enganados e iludidos pelo ser espiritual maligno que se coloca como impostor para usufruir indevidamente daquilo que pertence somente ao verdadeiro Criador YAOHUH (IAORRÚ). Esta palavra na língua portuguesa é proveniente direta do ídolo "Zeus" da mitologia pagã grega. Os linguístas afirmam que é das evidências mais rudimentares a origem desta palavra em "Zeus", sendo "Zeus", "Théos" e "Deus", foneticamente, uma única palavra e um único nome de um ser maligno. As três começam com consoantes de mesma forma fonética, são seguidas de ditongos idênticos e terminam pela mesma letra. Em termos espirituais, invocar "DEUS" é o mesmo que invocar "Zeus", porque a forma com que é escrito pouco importa, quando o que importa é o que pronunciamos com os nossos lábios. Lembre-se sempre de que nomes são um conjunto de sons ou fonemas, e não um conjunto de letras escritas! A forma original UL ou ULHIM foi traduzida por esta palavra "O Eterno", em todas as suas ocorrências, introduzindo assim, dissimuladamente, o ídolo "Zeus", como impostor do verdadeiro Criador YAOHUH (IAORRÚ).

g. GOD - Em inglês, um outro ser espiritual entrou como impostor. A palavra GOD, em inglês, nada mais é do que a presença do impostor, o ídolo "caveira". Sua origem é de GOT, do nome relatado nas escrituras como "Gólgota". Gólgota, em hebraico, é "Gol-got-ha", ou, como as próprias escrituras relatam, "O lugar da caveira". Desta palavra "got" é que se originou a palavra "GOD" em inglês, também muito popular para os que a pronunciam, sem nem ao menos terem a menor noção do que estão invocando sobre si mesmos, sobre suas famílias e sobre seus amigos.

11. A santificação do Nome do Criador

Quando o Messias (que ainda estudaremos mais adiante sobre o Seu Nome) nos ensinou a orar, o primeiro pedido que nos ensinou a fazer foi pedirmos pela santificação do Nome do Pai. Agora nos parece bem mais clara a razão desta primeira prioridade colocada pelo próprio Messias em sua oração. Fica muito claro que, se não houver uma plena santificação do Nome do Criador, nada mais importará em nossa oração, porque já de início estaremos nos dirigindo a um outro ser espiritual, em vez de invocarmos o verdadeiro Criador YAOHUH (IAORRÚ). Santificar o Nome YAOHUH (IAORRÚ) é pronunciá-lo corretamente, usá-lo com total reverência, divulgá-lo a todos para que O conheçam, e defendê-Lo contra as ações corruptoras de homens que não têm qualquer compromisso com a verdade.

E será que todo aquele que invocar o Nome YAOHUH (IAORRÚ) será salvo; porque, no monte Tzion e em Yaohushuaoleym, estarão os que forem salvos, como YAOHUH (IAORRÚ) prometeu; e, entre os sobreviventes, aqueles que YAOHUH (IAORRÚ) chamar. JOEL 2:32

A passagem acima mostra a importância da invocação do Nome YAOHUH (IAORRÚ). Este é o texto do verso 32 do capítulo 2 do profeta Yaoul, cujo nome corrompido é "Joel". Nota-se aqui, mais uma vez, e de forma explícita, a salvação ligada de forma inseparável à invocação do Nome YAOHUH (IAORRÚ), e não a nenhum nome corrompido ou substituto, uma vez  que  a  correta identificação de seres espirituais invisíveis é feita somente, de acordo com as Escrituras, pelo Nome.

Infelizmente muitos se encontram em engano, por causa das obras malignas de ocultar o Nome do Criador. Se formos ler este mesmo verso nas versões traduzidas o que leremos será: "E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do MESSIAS será salvo...". Com isso, além deles ocultarem o Nome que realmente deve ser invocado para a salvação, eles também apresentam o substituto impostor "baal", que é a simples tradução de "Messias". Ao substituírem o santíssimo Nome YAOHUH (IAORRÚ) pela palavra "MESSIAS", com todas as letras maiúsculas, ou mesmo por qualquer outro nome (ETERNO), os tradutores prestaram um grande serviço às hostes malignas, ocultando o Nome do Verdadeiro Criador e introduzindo um impostor em seu lugar. O original é sempre a base confiável para conhecermos a verdade, e nunca as traduções. O original mostra claramente a invocação de YAOHUH (IAORRÚ) e nenhum outro.

Conforme o Messias priorizou, assim nós devemos também priorizar em nossas vidas. Ele nos ensinou que devemos pedir em primeiro lugar: "Santificado seja o Teu Nome", antes de qualquer outro pedido ou palavra de nossa boca. Lembre-se sempre: "YAOHUH (IAORRÚ), este é o Meu Nome eternamente, pelo qual serei lembrado de geração a geração". - Êxodo 3:15

Agora que já conhecemos o Nome do Criador, YAOHUH (IAORRÚ), começaremos a estudar sobre o Nome do Messias, o Filho de YAOHUH (IAORRÚ UL). (As formas mais freqüentes nas Sagradas Escrituras são o Nome do Criador seguido pelo título escritural UL ou ULHIM, que significam "O Ser Soberano Criador").

12. O Nome do Messias YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA) foi profetizado

Recebe (laqakhetá) prata (kessef) e ouro (ve-zaokhav) e faze (ve-'assíyta) coroas ('atarot), e põe (ve-sametá) na cabeça (be-rosh) de Yaohushua, filho (ben) de Yaohutzaodoq, o sacerdote (ha-kohan) maior (ha-gadol) [sumo sacerdote].

Aqui acima está uma das profecias messiânicas, desta vez apresentando com clareza o Nome do Messias vindouro. Ele é coroado, não com uma, mas com várias coroas, sendo Ele também profeticamente apontado como Filho de YAOHUH JUSTIÇA. A forma plural para coroas, em hebraico, traz também um significado de totalidade, sendo Ele Rei sobre todas as coisas, e em todos os aspectos. A associação prata-e-ouro, quando unidas por meio do sinal "maqqef" (traço de união hebraico) é também apresentada em alguns dicionários como "metal precioso", uma vez que o "maqqef" une palavras formando uma unidade de expressão. Este é o texto de Zokharyaohu 6:11. Este profeta teve seu nome corrompido pelos tradutores para "Zacarias".

13. O Nome do Messias foi anunciado

Quando lemos na preciosa Mensagem registrada por Manyaohu (cujo nome corrompido é "Mateus"), no capítulo 1 verso 21, percebemos o seguinte: "Ela dará à luz um filho, e lhe porás o Nome .........., porque ele salvará o seu povo  dos  pecados  deles". Ora, o anjo que apareceu em sonhos para anunciar o Nome que o Messias receberia, não se limitou a informar o Nome em si, mas também explicou a razão de ser daquele Nome que estava sendo informado. Ele explicou da seguinte forma: "Porque ele salvará o seu povo dos pecados deles". Fica muito claro que o Nome do Messias tem, obrigatoriamente, relação com salvação ou tem este significado. Por outro lado, já estudamos que o Nome do Messias contém o Nome do Pai. Assim, o seu Nome é composto por YAOHU (Nome do Pai), e mais o sufixo "SHUA" que representa salvação, em hebraico. Este maravilhoso Nome é, assim, YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA), conforme escrito e profetizado nas Sagradas Escrituras hebraicas.

  YAOHUSHUA

Há diversas pessoas que tipificaram o Messias YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA) no Tanakh (Antigo Testamento). O tipo era exato quanto ao Nome do Messias, porque esses tipos receberam o mesmo nome do Messias, como tipos que eram. Um desses tipos foi o sucessor de Mehushua (corrompido como 'Moisés'), o qual recebeu o nome Yaohushua (corrompido como 'Josué'). O sumo sacerdote mencionado no livro de Zokharyaohu (corrompido como 'Zacarias'), também tinha o nome Yaohushua (corrompido como 'Josué'). Isso faz com que o nome que aparece em letras hebraicas na figura acima ocorra mais de duzentas vezes no Tanakh.

YAOHUSHUA = YAOHUH (Nome do Criador Pai) + SHUA (Salvação). O último HÊ (H) não sonoro, do Nome do Pai, não é presente na composição do Nome do Messias, como já ocorreu nos nomes dos profetas.

Veremos mais adiante as confirmações escriturais sobre este maravilhoso Nome, mas agora já podemos completar corretamente o texto de Manyaohu 1:21, ficando assim: "Ela dará à luz um filho, e lhe porás o Nome YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA), porque ele salvará o seu povo dos pecados deles". YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA) significa "YAOHUH (IAORRÚ) SALVARÁ".

Em nossas traduções lemos assim: ... ela dará à luz um filho, a quem chamarás O MESSIAS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.

14. O Nome do Messias é fundamental para a salvação

O texto de Yaohukhánan 1:12, discípulo este que teve seu nome corrompido para "João", diz assim: "Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos do Altíssimo, a saber: aos que crêem no Seu Nome". Em palavras bem claras, crer no Nome YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA) é o que nos dá o poder de sermos feitos filhos do Altíssimo". O mesmo discípulo Yaohukhánan, no capítulo 3 verso 18 nos informa: "Quem crê não é julgado; quem, porém, não crê, já está julgado, porquanto não crê no Nome do Unigênito filho de YAOHUH (IAORRÚ)". Com a mesma clareza as Escrituras nos informam que não crer no Nome YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA) é condição para condenação.

Lemos também em Atos 4:12 o seguinte: "E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo dos céus não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos". Ora, se a identificação do verdadeiro Messias é feita somente pelo Seu Nome, fica muito claro que nenhum outro nome irá identificar o verdadeiro Messias, não havendo, pois, salvação em nenhum outro nome.

Neste ponto, torna-se de particular importância o entendimento de que nomes diferentes se referem a pessoas diferentes, em especial quando estamos lidando com seres espirituais invisíveis, cuja única forma de identificação são os seus nomes. É muito importante lembrar que os impostores procuram sempre colocar seus nomes em substituição aos verdadeiros, de modo a se fazerem passar pelos verdadeiros e enganar os incautos.

15. Outra entrada dos impostores

Repetindo o que vimos com relação ao Nome do Criador, YAOHUH (IAORRÚ), o que é o trabalho iníquo de um impostor? É simplesmente colocar-se no lugar do verdadeiro, e fazer-se passar pelo verdadeiro, de modo a receber as honras do verdadeiro e ser cultuado como se verdadeiro fosse. Qualquer que se faz passar por outro, está, de fato, desejando usufruir de algo que o outro possua ou mereça, ainda que o impostor não possua e não mereça nada.

Em relação ao Messias YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA) não foi diferente. Seres malignos cujo propósito é somente enganar e conduzir pessoas à condenação, operaram sobre os tradutores corruptos, de modo a retirarem das Escrituras traduzidas o verdadeiro Nome do Messias, substituindo-o por diversos outros, dependendo somente de para qual região as Escrituras eram traduzidas.

16. Nomes e títulos onde os impostores entraram em relação ao Messias

a. JESUS- Esta é a corrupção mais popular, mas não é por ser popular que passará a ser verdadeira. O falso nome "jesus" é derivado [soa como] de dois ídolos pagãos: IO e ZEUS. IO é um ídolo de identidade feminina, originário da mitologia romana. ZEUS é o ídolo maior da mitologia grega. O falso nome "jesus" que se estabeleceu nas escrituras traduzidas, primeiramente pelo catolicismo romano e também pelas inúmeras religiões protestantes, traz a presença de dois seres espirituais malignos, os quais se aproveitaram de tradutores corruptos para se colocarem como impostores no lugar do verdadeiro Messias YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA). Inadvertidamente milhões de pessoas invocam "jesus" pensando estarem invocando o Messias, e esta é justamente o que os impostores mais desejam, que é serem tidos pelo verdadeiro, e receberem tudo que pertence ao verdadeiro. Os ídolos dos povos são demônios, e seus nomes são utilizados em substituição aos Nomes verdadeiros com o objetivo de se tornarem impostores, enganando os incautos e recebendo o que é devido a outrem. Isto é, verdadeiramente pecar contra o UL, que é Santo  ('RÚKHA hol-HODSHÚA' - pronunciado ru-rra rol rod-shu-a, com tônicas na primeira sílaba ru da primeira palavra e na silaba shu da última palavra).  Mat 12:32 - Leia João 4:24.

O falso nome "O Messias" não poderia nunca ser o verdadeiro Nome do Messias, por diversas razões:

§                     Não existe letra "J" em hebraico, portanto nenhum nome que contenha a letra "J" poderia jamais ser um nome de origem hebraica.

§                     O Nome do Pai está contido no Nome do Messias, o Filho; e, obviamente, não está contido no falso nome "jesus".

§                     O falso nome "jesus" não tem o significado que foi dado ao Nome do Messias pelo enviado, qual seja: "...porque ele salvará o seu povo dos pecados deles". Este significado é exato e perfeito para o verdadeiro Nome YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA), mas não possui relação alguma com o falso nome "jesus".

§                     A origem do falso nome "jesus" é greco-latina, pe corresponde a ídolos mitológicos.

§                     O falso nome "jesus" só apareceu após o século XIV, uma vez que a letra "J" só apareceu no século XIV, sendo impossível que no século primeiro se pudesse escrever um nome com uma letra inexistente. A letra "J", com o som que lhe é característico, não faz parte nem do hebraico, nem do latim e nem do grego.

§                     O falso nome "jesus" não aparece profetizado em nenhum lugar do Antigo Testamento, como aparece o verdadeiro Nome YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA), e nem poderia, uma vez que no idioma original do Antigo Testamento, o Tanakh, não há palavras escritas com a letra "J".

§                     Há no Antigo Testamento alguns homens que foram figuras ou tipos do Messias, e que, assim, tinham o nome Yaohushua. Eram tipos simbólicos do Messias que viria. É curioso notar a obra de corrupção dos tradutores quando no lugar destes tipos que tinham o nome Yaohushua, eles colocaram "Josué", o que é igualmente falso. Quanto ao Messias, que recebeu o Nome YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA), eles substituíram pelo falso "jesus"; mudou a regra para que em um caso fosse “josué” e em outro, “jesus”? Nem na corrupção eles usaram de coerência, e é realmente esperar demais que corruptos sejam coerentes!

b. Yehoshua - Este nome provém da errônea concepção de que o Nome do Criador fosse "Yehovah". Conjecturas das mentes humanas mal informadas deduziram que se o Nome do Criador fosse "Yehovah", o Nome do Messias deveria ser "Yehoshua". Contudo, como já conhecemos bem as razões pelas quais "Yehovah" é um nome falso para o Criador, obviamente "Yehoshua" é igualmente falso para o Messias. É curioso notar que sempre que alguém começa a perceber a origem grega pagã do falso nome "jesus", a primeira oferta maligna com um aspecto mais "hebraico" para manter tal pessoa no engano é este "Yehoshua" ou mesmo “Yeshua” [veja abaixo; mas, seja por quais regras de escrita que seja, está errado – quem autorizou “abreviar” o Nome do ETERNO?] Para os seres malignos, o que importa é oferecerem qualquer nome, seja grego ou seja mais hebraizado, contanto que não seja o verdadeiro, porque só há salvação em um único Nome, e este Nome é YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA), e nenhum outro. Existem milhares de nomes de origem hebraica, mas não é por ser de origem hebraica que será o verdadeiro Nome do Messias. O Nome do Messias é de origem hebraica, sim, mas é um único e verdadeiro, a saber: YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA).

c. Yahshua - Este falso nome, que também traz alguns ares de hebraico, é o resultado de um costume judaico muito comum. Sempre que os judaicos consideram um nome blasfemo ou maldito, eles têm por costume suprimir uma letra do tal nome, de modo a que o tal nome não seja nem pronunciado, como muitos, hoje o fazem ao escrever a palavra D-us. Como o Messias YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA) veio para os seus, mas os seus não o receberam, para os judaicos aquele Nome se tornou maldito, e com isso suprimiram a letra VAV central do Nome do Messias, resultando neste falso nome "Yahshua". Este falso nome se escreve com quatro letras hebraicas, enquanto o verdadeiro Nome se escreve com cinco letras.

d. Yeshua - Para este falso nome, valem as mesmas observações quanto ao falso nome "Yahshua", apresentando a diferença do "YA" para o "YE", pelas razões que já explicamos quanto a formação do falso nome "Yehovah". A palavra "Yehovah" em hebraico significa "destruição". Este falso nome se escreve com três ou quatro letras hebraicas, enquanto o verdadeiro Nome se escreve com cinco letras hebraicas. Não se deixe enganar. Ame sempre a verdade e não aceite falsificações. Existe um Salmos/Tehilim em que a forma abreciada (Yah) aparece, mas, no entato, como os judaicos não reconhecem a Yaohushua como o Criador [João/Yaohukhánan 1:3] – nem mesmo os “evangélicos” (pergunte à um “crente”: Quem criou o mundo ou mesmo o homem? E veja a sua resposta!) -  não vêem que o contexto deste Salmos é sobre Yaohushua hol-Mehushkháy!

e. Tupã - Este é talvez um dos maiores absurdos. Os missionários evangélicos-protestantes, talvez até auxiliados por sacerdotes católicos, entenderam em suas mentes corruptas que o Nome do Messias que é santíssimo poderia ser "adaptado" à cultura indígena, em vez de apresentar aos índios a verdade exata e pura como ela é. Assim, foram feitas traduções das Escrituras para o idioma indígena [guarani], onde o Messias é apresentado como "Tupã". Tupã nada mais é do que outro demônio impostor ocupando o lugar do verdadeiro Messias, para enganar e receber das pessoas a adoração e culto que só é devido ao verdadeiro Messias YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA).

f. Olorum - Pelas mesmas razões que levaram os missionários corruptos a apresentar aos índios brasileiros o nome falso Tupã, foi apresentado em tribos africanas o nome "Olorum" como o Messias. É curioso que os evangélicos apresentam um messias na África com o nome "Olorum", e o mesmo "Olorum" é expulso nas igrejas do Brasil como sendo um demônio. Isso é o auge da incoerência, como não podia deixar de ser. Também, para apresentar a idolatria a Maria (Miriah) usaram o nome da “deusa” Iemanjá!

g. Isa - Este é o nome falso pelo qual os missionários evangélicos se referem ao Messias nos países árabes. Eles estão sempre muito mais comprometidos com a cultura local do que com a verdade. Isa é um ídolo árabe do culto à lua, lua esta que aparece em diversas bandeiras de nações árabes.

h. Jesucristo - Esta é a falsa forma espanhola, onde percebemos a junção do falso nome "jesus" com o título grego "cristo" ou do latim, "cristus" cujo significado é “ungido”. YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA) é o verdadeiro Messias.

Estas coisas não estão aqui escritas para que você simplesmente aceite, mas principalmente para despertar em você, leitor, um forte interesse em buscar a Verdade, e não se permitir ser enganado e conduzido a cultuar falsos criadores e falsos messias, pensando estar cultuando o verdadeiro. Busque, ame a verdade, procure conhecer a verdade, pesquise sobre tudo o que afirmamos aqui. Certamente você será abençoado, pois é para o seu benefício e vida eterna que estas coisas estão aqui escritas e registradas.

A figura abaixo mostra o Nome YAOHUH (IAORRÚ) e o Nome YAOHUSHUA (IAORRÚSHUA) em caracteres hebraicos modernos, com os respectivos sinais massoréticos de modo a representar a correta pronúncia do Nome do Criador e de Seu Filho:

            Amnao!

 

ADENDO II: Os títulos plurais de YAOHUH - O que significam?

Nas Escrituras Hebraicas alguns dos títulos de YAOHUH aparecem na forma plural como em ULHIM cujo singular é UL... Os seguidores da trindade vêem nisto a presença de três deuses; mas antes de analisar tais conceitos plurais, devemos ter em mente que no Hebraico, quando se usa um plural e não se especifica um numeral para acompanhar tais palavras, devemos entender que a referencia é apenas a dois ou duas (dois já é plural, não é?) e mais que isto, devemos especificar um numeral. No entanto, após um estudo cuidadoso dos textos bíblicos e do uso de palavras plurais, demonstraremos tais conceitos.

Significado do plural:

Obviamente o idioma hebreu, como qualquer idioma, tem um plural numérico, ou seja, uma forma substantiva ou adjetiva que dá a entender a quantidade de um objeto em uma palavra. Como quando se diz enoshim, homens ou vários homens; isto é um plural. Também existe em hebreu, um plural universal, como as palavras máyim y shamáyim, que sempre aparecem no plural ainda que se trate de uma só água ou um só céu. Isto não é necessariamente um plural enfático, nem é um plural numeral, mas sim um numeral inclusivo que denota imensidade...

            Logo, temos um plural com sentido superlativo. O superlativo é uma forma de falar, em qualquer idioma, que se utiliza para dar ênfases ou maximizar um conceito. Como quando dizemos em português que isto é belo e aquilo é belíssimo. Belíssimo é mais que belo. Isto é um superlativo, e se usa uma só palavra para expressá-lo, só alterando a sua desinência (em português ou palavras latinas). Assim, o idioma hebreu, tem, não uma só senão várias formas de fazer o superlativo (para dar ênfase) de uma palavra. Estas formas de ênfases são as seguintes:

            1 – Por meio de se repetir a palavra.

Por exemplo: ejád ejád (um um). Em espanhol se faz isto também: Dizemos que algo e “grande grande” para dar ênfases, e significa “grandíssimo”. Como, por exemplo, quando se quer realçar a “judeidade” de alguém se diz que ela é “judeu, judeu!”.

            2 – Usando-se o plural da palavra em lugar do singular.

Por exemplo, em Gênesis se usa a palavra damím (sangues), quando se fala do sangue de Yaobel (Abel). Da mesma maneira se usa Elohim (uma palavra desvirtuada para se referir ao Criador), porém aqui tem a conotação não de numeral (dois ou mais) mas sim um plural majestático ou de excelência! Da mesma maneira encontramos adon (uma corrupção usada para senhor) e para se dar ênfases, usa-se adonai (seria o mesmo que senhoríssimo, se assim pudéssemos falar). Porém, como este não é um termo correto em nossas línguas latinas, poderíamos traduzir este plural como majestade que é mais que senhor... O mesmo se tem feito com as palavras com  as palavra elohím, plural de elóah, e com eláh, plural de el. Isto não significa que Elohim seja um ser composto (trino como muitos querem) senão que é “poderosíssimo.” O mesmo ocorre com a palavra ULHIM que tem sempre a conotação superlativa e jamais uma referencia à uma possível triunidade da Divindade (ou Cúpula Criadora)!

Não confunda com as nossas palavras que tanto podem ser usada no singular quanto no plural com a mesma grafia (Exemplo: Lápis) e que somente o  contexto poderá nos dizer se temos um plural ou não!!!

            3 – Por meio de se juntar um pronome ao plural:

Por exemplo, o lugar santíssimo que em hebraico é qedósh qedoshím que literalmente significa “santo dos santos”.

            4 – Juntando-se ao verbo a sua forma infinita:

Por exemplo, em Gênesis 2:7 lê-se mot tamút, que literalmente seria morrer morrerás e que poderia traduzir-se “lhe asseguro que morrerás!” ou “certamente morrerás”...

                Obviamente existe mais sobre o tema, porém, cremos que isto baste para demonstrar que quando vemos um plural  no texto hebreu, nem sempre isto significa que se trate de um plural (na mais simples concepção). De fato, muitas vezes é incorreto traduzi-los como um plural, principalmente quando o termo se refere á um título do Criador. YAOHU UL é único e um (Deut 6:4. À propósito, tampouco é correto dizer que echad tenha um sentido plural como o ‘mundo’ a  traduz. O contexto do uso bíblico desta palavra nos demonstra que significa (estritamente) um; único. Assim temos que o Shemá, hoje tem o mesmo sentido que teve para Mehushua (corrompido para Moisés)...

 

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